Categoria: Andam falando por aí…

Dicas para um final de semana adorável em Paraty.

Cidade realiza pela 1º vez Festival Bar em Bar

Veículo: Revista Viaje Mais
Edição 129
Data: fevereiro de 2012
Pág: 124 a 140

“… Bons restaurantes não faltam. Uma dica é o Casa do Fogo, especializado em pratos flambados com cachaça e adepto de um movimento de gastronomia sustentável. Caiçara, o chef Caju procura valorizar ingredientes regionais, como a banana-da-terra, e adquire pescados e frutos do mar principalmente de pescadores de canoa de Paraty. O prato Riso Tropical do Fogo, com camarões flambados, palmito, cubinhos de abacaxi e arroz (R$ 54,00), é de comer rezando. …”

Imagem

Circuito de Pratos Literários da Gastronomia Sustentável na FLIP 2010

Gastronomia, ecologia e literatura

Restaurantes de Paraty se unem e aproveitam a FLIP para fazer um circuito de Gastronomia Literária.

De 04 a 08 de agosto acontecerá na cidade de Paraty- RJ a 8ª FLIP (Festival Literário Internacional de Paraty). Restaurantes da cidade, representados pela ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes- Regional Paraty), em parceria com a Off Flip, se juntaram para realizar um circuito gastro-literário.  Os chefs de cozinha criaram pratos especiais para o evento. Cada restaurante escolheu um dos escritores participantes da FLIP deste ano para ser  homenageado, além do próprio patrono da FLIP, Gilberto Freyre.

Fundada em março de 2010, a ABRASEL Paraty tem como missão representar e desenvolver o setor de alimentação fora do lar, promovendo ações que contribuam para o crescimento sustentável da cidade e fortalecer a gastronomia como atrativo turístico. A iniciativa da Abrasel fortalece o movimento da Gastronomia Sustentável da cidade, sendo que grande parte dos produtos utilizados nos pratos são adquiridos diretamente dos produtores rurais da região. As receitas variam com ingredientes diversos como peixes da região frescos ou defumados, frutos do mar, camarões, coco, cana, pinhão, palmito, banana, taioba, mandioca, cachaça, entre outros.

Com restaurantes de excelente padrão de qualidade, a gastronomia de Paraty é sem dúvida um dos grandes atrativos turísticos da cidade.  Juntamente com a cidade histórica, os atrativos naturais, a cachaça e outros, a gastronomia não se faz menos importante. Com restaurantes dos mais diversificados, a cidade apresenta culinária caiçara, brasileira, francesa, italiana, tailandesa, internacional, entre outras. A diversidade e a peculiaridade de cada casa fazem de Paraty, mesmo em um dia normal, um evento gastronômico para aqueles que apreciam a boa comida e gostam de conhecer novos lugares.

Matéria de Bruno Agostini, para o Boa Viagem, sobre restaurantes de Paraty

Sabores do mar e do mundo em Paraty

Publicada em 03/03/2010 às 17h51m

Bruno Agostini

Gastronomia Caiçara em Paraty/ Foto: Bruno AgostiniPARATY – Pegue um balaio cheio de pescados frescos, com robalos, camarões e lulas, especialmente esses, abundantes. Acrescente um punhado de farinha de mandioca, daquelas bem brancas e fininhas. Banana não pode faltar – e ela pode ser verde ou madura, em rodelas ou inteira, na casca. O incrível palmito in natura da Mata Atlântica, cada vez mais cultivado na região, também entra nesta composição. Numa panela, de barro ou de ferro, por favor, misture todos os ingredientes e flambe com pinga da boa. Esta é a receita da gastronomia caiçara, categoria de destaque entre os restaurantes de Paraty, com cozinhas de tantas etnias. Emblema da cultura local, é uma combinação harmoniosa entre a matéria-prima da região com tradições culinárias indígenas, africanas e europeias. Essa riqueza de sabores atlânticos é o tema do festival Delícias do Mar, que chega à segunda edição reunindo 16 restaurantes da cidade – eles criaram pratos com peixes e frutos do mar – e fica em cartaz durante todo o mês de março, terminando somente no domingo de Páscoa, dia 4 de abril. ( Aula de culinária brasileira em Paraty )

Leia mais: No Blog de Bordo conheça a gastronomia sustentável da região

Durante o período colonial, Paraty cresceu e ficou famosa por ser o porto de onde partiam os navios levando as riquezas de Minas Gerais para a Europa. Os tropeiros desciam a serra carregados de ouro e diamantes. E subiam levando farinha, cachaça e peixe seco. Assim também se formou a tradição gastronômica local e, até hoje, a cidade é referência na produção de derivados de cana e de mandioca. O peixe seco é uma tradição que foi se perdendo com o tempo, depois do desenvolvimento de geladeiras. Mas há gente interessada em recuperar este método de conservação de pescados para apresentar aos turistas.

– Todos os anos, por duas ou três vezes, as peixarias da cidade recebem tainhas secas preparadas na comunidade da Praia do Sono, que pesca uma grande quantidade. Quero começar a usar o ingrediente em receitas – diz Paulo César da Silva, o chef Caju, de 38 anos, nascido em Paraty.

Casa do Fogo: pratos  flambados com aguardente Coqueiro são a especialidade / Foto: Bruno  Agostini

Ele comanda a cozinha do restaurante Casa do Fogo, que, se não pode ser chamado de caiçara, tem um forte acento local: quase todos os pratos são flambados com a Coqueiro, uma das melhores pingas de Paraty, num espetáculo pirotécnico à vista dos clientes. A receita que representa a casa no festival gastronômico leva frutos do mar como polvo, camarão, lula e marisco, com palmito fresco e ervas, tudo flambado na cachaça. O restaurante serve um menu degustação com entrada (robalo marinado com folhas verdes ao vinagrete de laranja) e uma sobremesa (flambada, claro) por R$ 60.

As labaredas de aguardente saindo das frigideiras também esquentam outras cozinhas participantes do Delícias do Mar, que está em sua segunda edição. No Voilá Bistrot, na estrada para Cunha (SP), a receita é feita de camarões grelhados flambados na pinga com risoto trufado (R$ 62), enquanto no Bistrô Brasil o prato criado para o festival combina robalo, palmito, cenoura, lichia e maracujá (R$ 50) – tudo finalizado no calor do fogo da cachaça.

No bar Santa Trindade, inaugurado no meio do ano passado, camarões são preparados na chapa com cachaça e mel (por que não melado?). A fórmula criada para o festival custa R$ 42 e começa com casquinha de siri em crocante de parmesão, terminando com creme brulée de manga. O Refúgio, um dos restaurantes mais tradicionais de Paraty, quase no cais, participa do festival com a posta de robalo al mare, servida com camarões, polvo, lula, mariscos e batatas ao murro (R$ 64,80, em porção que pode ser dividida), com destaque para o peixe, que ganha uma pele crocante depois de frito.

Principal referência em gastronomia caiçara, o restaurante Banana da Terra dá um tratamento moderno à tradição. A chef Ana Bueno é uma das mais ativas na preservação das tradições gastronômicas locais. Ela organiza, em novembro, a Folia Gastronômica, um festival dedicado aos sabores caiçaras que recebe cozinheiros de todo o Brasil. Em 2009, o evento não aconteceu pela primeira vez, por falta de patrocínio. Para este ano, tudo indica que ele será realizado. Seguindo a filosofia de valorizar os ingredientes nativos em reinterpretações, Ana criou para o Delícias do Mar uma moqueca de palmito com banana e pimenta de bico (R$ 56).

Banana não pode faltar na gastronomia caiçara / Foto:  Bruno Agostini

Tanto o Refúgio quanto o Banana da Terra servem o camarão casadinho, prato típico mais famoso de Paraty. Mas o melhor lugar para provar a receita é no Quiosque do Lapinha, no canto esquerdo da Praia do Pontal, a mais próxima do Centro Histórico. Ali, Antonio Lapa prepara uma farofa de camarões miúdos, com pimenta, cebola e cheiro verde. A seguir, corta pela barriga dois daqueles camarões enormes e os recheia com a farofa, juntando os crustáceos, que são presos por palitos e depois fritos. A mesma farofa molhadinha recheia ótimas lulas. Para provar uma cozinha caiçara autêntica, simples e saborosa, não há lugar melhor. E a comida vem sempre acompanhada da prosa também saborosa do Lapinha, que, ainda por cima, serve cerveja gelada… E um ótimo peixe frito.

Culinária francesa e Italiana também está em Paraty

O sotaque caiçara não é o único a ser escutado nas cozinhas de Paraty. A culinária da França e a da Itália, principalmente a da segunda, estão muito bem representadas na cidade, que tem ainda restaurante tailandês, parrilla argentina e uma boa seleção de bares, cafés e sorveterias (à moda italiana, como a Miracolo e a Pistache).

Pizzas fazem sucesso entre paulistas / Foto: Bruno Agostini

Pelo conjunto da obra, resultado da equação entre a ótima cozinha e o ambiente fabuloso, o Le Gite d’Indaiatiba é o restaurante mais imperdível de Paraty. Está um pouco afastado do Centro, mas é aí que reside grande parte do seu sabor. Há quem chegue lá de helicóptero, vindo de Angra dos Reis. O ceviche de peixe fresquíssimo com suco de laranja e frutas vale qualquer esforço. Entre os pratos principais, destaque para os camarões apimentados com arroz de pitanga, o curry de lulas com leite de coco e o peixe com manga e gengibre. Para encerrar o percurso, nos fins de semana é servida uma tarte tartin famosa. Tão bom quanto a refeição é esperar por ela na cachoeira ou na piscina de água natural.

Para uma refeição leve no Centro Histórico, não pode haver lugar melhor que o Le Castellet, uma creperia com paredes de pedra que bem poderia estar em alguma cidade da Provence, com suas mesas floridas e cadeiras coloridas. Além dos ótimos crepes, a casa serve a bouillabaisse, a sopa de pescados típica do sul da França. Como mais da metade dos brasileiros que visitam Paraty vem de São Paulo, as pizzarias e casas italianas, de uma maneira geral, fazem sucesso ali. Repetindo a fórmula de sucesso do Le Gite, o restaurante Villa Verde funciona numa agradável casa, com direito a banho de cachoeira antes do almoço. No cardápio, receitas italianas com massas caseiras, além de carpaccios, risotos e clássicos como ossobuco.

As cachaças não podem faltar na cidade

Numa de suas músicas mais conhecidas, Assis Valente cantou: “Vestiu uma camisa listrada/ E saiu por aí/ Em vez de tomar chá com torrada/ Ele bebeu parati”. Havia tantos alambiques na cidade durante o período colonial (eram mais de cem) que Paraty se tornou sinônimo de cachaça consagrado pelos dicionários, entre dezenas de sinônimos da bebida. A fama vem de longe e, se hoje em dia a produção é bem menos significativa, Paraty continua a produzir algumas das melhores pingas do país. São pelo menos seis rótulos elaborados atualmente: Coqueiro, Corisco, Paratiana, Vamos Nessa, Engenho d’Ouro e Maria Izabel. E o Centro Histórico tem, provavelmente, a maior concentração de cachaçarias do mundo: são cinco lojas que vendem, além dos rótulos locais, exemplares de todo o país.

Armazém da Cachaça:  Centro Histórico reúne  cinco boas lojas / Foto: Bruno Agostini

A cidade fabrica a bebida desde 1600, segundo historiadores. Mas somente em 1983 passou a ser realizado o Festival da Pinga, um dos principais eventos do recheado calendário paratiense, que este ano acontece entre os dias 19 e 22 de agosto. Além das versões ouro (envelhecida, às vezes por mais de 20 anos, sempre um pouco mais cara) e prata, há variantes como a gabriela (com cravo e canela), a caramelada (que leva melado) e a azulada (com folhas de tangerina, que dão esta coloração ao líquido), e várias infusões com frutas.

Para entender o processo de produção, fazer pequenas degustações e comprar umas garrafas (ninguém resiste), alguns engenhos recebem visitantes. A Fazenda Murycana, na estrada Paraty-Cunha, tem a maior estrutura. Além da visita aos alambiques, a propriedade tem um pequeno museu, restaurante, loja, trilhas na mata, cachoeiras, cavalos para alugar e esportes de aventura, como tirolesa, rapel e circuito de arvorismo. Um pouco acima, na mesma estrada que leva a Cunha, está o Engenho d’Ouro, uma das menores, mas com visita muito bem conduzida pela família proprietária. A força que movimenta a moenda vem de uma roda d’água – que pode, ainda, se converter em uma ótima cachoeira – e todo o processo de produção é feito por gravidade.

Bruno Agostini viajou com apoio do Paraty Convention e Visitors Bureau

Serviço:

Casa do Fogo:Rua Comendador José Luiz 390, Centro Histórico. Tel. (24) 9819-5111, http://www.casadofogo.com.br

Voilá Bistrot: Estrada Paraty-Cunha, km 4, Ponte Branca. Tel. (24) 3371-6548.

Bistrô Brasil:Praça da Bandeira 1, Centro Histórico. Tel. (24) 3371-8220. http://www.bistrobrasilparaty.com.br

Santa Trindade: Rua Samuel Costa 267, Centro Histórico. Tel. (24) 3371-1445.

Banana da Terra: Rua Samuel Costa 198. Tel. (24) 3371-1725.

Refúgio: Praça do Cais casa 1 loja 5, Centro Histórico. Tel. (24) 3371-2447.

Le Gite d’Indaiatiba:Acesso pelo km 558 da Rio-Santos, em Graúna. Tel. (24) 3371-7174. http://www.legitedindaiatiba.com.br

Le Castellet:Rua Dona Geralda 44, Centro Histórico. Tel (24) 3371-7461. http://www.yveslecastellet.com.br

Villa Verde: Estrada Paraty-Cunha km 7. Tel. (24) 3371-7808. http://www.villaverdeparaty.com.br

Armazém da Cachaça: Esquina da Rua do Comércio com Rua da Lapa, Centro Histórico. Tel. (24) 3371-7519.

Cachaça Coqueiro: Fazenda Cabral 2 Distrito. Tel. (24) 3371-1579. http://www.cachacacoqueiro.com.br

Cachaçaria Cana Caiana: Rua do Comércio 100, Centro Histórico. Tel (24) 3371-7366.

Empório da Cachaça: Rua Doutor Samuel Costa 22, Centro Histórico. Tel. (24) 3371-7519.

Engenho d’Ouro: Estrada Paraty-Cunha km 8, Penha. Tel. (24) 9905-8268.

Fazenda Murycana:Ingresso a R$ 5. Estrada Paraty-Cunha (entrada no km 6). Tel. (24) 3371-1153, http://www.paraty.com.br/murycana

Porto da Pinga: Rua da Matriz 12, Centro Histórico. Tel (24) 3371-1563.

Gastronomia Sustentável de Paraty no Blog Diário de Bordo

O repórter Bruno Agostini, da revista Boa Viagem, Jornal O Globo, esteve em Paraty em março e escreveu no Blog Diário de Bordo uma matéria sobre o movimento da Gastronomia Sustentável, vale a pena conferir!

Gastronomia sustentável em Paraty – Enviado por Bruno Agostini – 4.3.2010

Mercado do produtor rural, em Paraty - Foto de Bruno  Agostini

Uma das coisas mais legais que apurei na minha a viagem Paraty na semana passada, que abre a edição de hoje do Boa Viagem, foram as plantações de palmito abertas aos visitantes. Iniciativa que faz parte de um projeto maior, uma agenda de sustantabilidade que também tem, olha que ótima, implicações no resgate de tradições culturais e gastronômicas.
Quem me conta é Leila Passini, da Casa do Fogo, um restaurante simpático no Centro Histórico, cujos pratos são todos flambados com cachaça Coqueiro, numa interessante interpretação da cozinha caiçara.
Na segunda ela me disse que aconteceu o lançamento da Agenda 21, projeto de gastronomia sustentável que está tomando forma na cidade.
“O projeto ainda está engatinhando, mas é muito legal. Aqui em Paraty existem muitos produtores rurais e pescadores e a idéia é trazer esse pessoal pro mercado, incentivando a produção e venda de seus produtos. Alguns restaurantes da cidade já usam estes produtos em seus pratos. Aquele palmito que você comeu aqui é um exemplo, foi cultivado em agrofloresta, que é um sistema mais que sustentável, além de ser a única fonte de renda desta familia, é sua fonte de alimentos e respeita por completo o meio ambiente, uma vez que estimula a biodiversidade em vez das monoculturas. Assim como o pessoal da agrofloresta do Zé Ferreira existem outros produtores, que apresentam muitas hortaliças e legumes, frutas – que muitas vezes nós nem conhecemos – além de grãos, ovos e animais – galinha, pescados, ostras, etc. Eles nos apresentam queijos, sorvetes, muita coisa bacana”, conta Leila.

A Agenda 21 é mais abrangente que isso.

“Em paralelo há uma boa campanha de recolhimento do óleo que já acontece com sucesso aqui em Paraty. Este óleo, que antes ia pelo ralo, agora é transformado em vários produtos e está longe de nossa baía. Escolas tambem participam do processo de recolhimento e conscientização da comunidade. A nossa maior dificuldade ainda é o escoamento da produção desses produtores rurais, a grande maioria vive em áreas de muito dificil acesso, e o movimento quer facilitar e estimular a distribuição destes produtos. É nossa meta tambem revitalizar o mercado do produtor rural (que aparece na foto deste post), que é uma área próxima à rodoviaria, onde poucos produtores já expõem os produtos. A idéia aqui é divulgar, revitalizar, promover feiras semanais para aqueles que não podem vir todos os dias. Queremos eles mostrem a cara. Agora temos o apoio da Agenda 21, lei aprovada, que vai fazer com que as autoridades tenham que entrar na história. Com isso vamos implementar definitivamente a coleta seletiva e aproveitamento do lixo, outra meta nossa, entre várias outras coisas”, diz Leila.

Na apresentação do projeto, um desfile de iguarias nativas e uma reunião de alguns dos melhores restaurantes locais, entre os que mais se utilizam de ingredientes tradicionais da região.
“Ontem tivemos este evento que te falei e foi muito bonito. Estavam presentes muitos produtores que expuseram suas necessidades e a vontade de participar. Seis restaurantes apresentaram canapés e comidinhas criadas com produtos sustentáveis da região. Estavam la representando a gastronomia da cidade: Banana da Terra, Caminho do Ouro, Bistrô Brasil, O Café, Sabor do Mar e a Casa do Fogo – nós apresentamos um escabeche de frutos do mar da baía de Paraty com o palmito palmeira real de agrofloresta. Outros produtos que foram utilizados: mandioca e sua farinha, palmitos pupunha, peixe seco, além de varios legumes e frutas. Até suco do fruta da Pupunha foi levado e saboreado – lembra um pouco um suco de milho verde, muuuito bom! Enfim Bruno, é um projeto muito bonito, em seu início, mas com muito potencial”, finaliza ela.

É admirável o projeto. Ficamos torcendo para dar certo e ser copiado por outros lugares.

Para quem quiser ler a matéria completa, basta clicar aqui.

Na foto, um retrato de uma mulher que trabalha no mercado do produtor que a Leila cita.